Ações em destaque no pré-mercado: GameStop, Oracle, Adobe e RH lideram movimentações

Ações em destaque no pré-mercado: GameStop, Oracle, Adobe e RH lideram movimentações

Ações em destaque no pré-mercado: GameStop, Oracle, Adobe e RH lideram movimentações

A sessão antes da abertura oficial de Wall Street fica marcada por movimentos expressivos em várias empresas cotadas, impulsionadas pela divulgação de resultados trimestrais, compras de participações por parte de executivos e anúncios estratégicos de aquisições. Entre os nomes com maior volatilidade inicial destacam-se gigantes tecnológicas como a Oracle e a Adobe, para além da retalhista GameStop e de marcas viradas para o consumidor.

Tecnologia em foco com Oracle em alta e Adobe sob pressão

No setor tecnológico, a Oracle registou uma subida superior a 6% após superar largamente as projeções do mercado para o seu primeiro trimestre fiscal. A multinacional de software apresentou um lucro ajustado por ação de 1,92 dólares e uma receita total de 19,35 biliões de dólares, valores que ultrapassaram as estimativas dos analistas, que apontavam para 1,74 dólares por ação e 19,14 biliões de dólares. O motor central deste crescimento foi a divisão de infraestrutura em nuvem, cuja receita mais do que duplicou para 7,4 biliões de dólares, superando a previsão consensual de 7,09 biliões de dólares.

Em sentido oposto, as ações da Adobe recuaram 4% na sequência da divulgação das suas perspetivas para o trimestre em curso, que apenas se alinharam com as estimativas prévias sem surpreender pela positiva. A criadora de software estima um lucro ajustado entre 6,30 e 6,35 dólares por ação, contra o consenso de 6,32 dólares. Em termos de volume de negócios, a empresa antecipa uma receita situada entre 6,80 biliões e 6,85 biliões de dólares, face à projeção de 6,85 biliões de dólares esperada pelo mercado.

Movimentações no retalho e no consumo

No retalho de videojogos, a GameStop valorizou mais de 3% depois de ter sido tornado público que o seu CEO, Ryan Cohen, adquiriu mais 1 milhão de ações a um preço médio de 20,375 dólares. Com este reforço, Cohen passa a deter um total de 39,347 milhões de ações, participação que estava avaliada em cerca de 802,28 milhões de dólares no fecho da sessão anterior.

A retalhista de mobiliário de luxo RH avançou 6% após registar uma receita de 922 milhões de dólares no segundo trimestre, superando os 915 milhões previstos. A empresa também atualizou as projeções anuais de crescimento de receita para um intervalo entre 5,5% e 7%, superando os 5,6% estimados pelos analistas. Por outro lado, a Kroger caiu 3% ao apresentar um desempenho misto, em que o lucro ajustado de 1,09 dólares por ação bateu a estimativa de 1,06 dólares, mas a receita de 34,62 biliões de dólares ficou ligeiramente abaixo dos 34,64 biliões esperados.

Outros destaques corporativos

A National Beverage, detentora da marca de águas La Croix, recuou mais de 5% depois de apresentar um lucro de 50 cêntimos por ação e receitas de 331 milhões de dólares no primeiro trimestre fiscal. A empresa apontou como justificação para este desempenho a pressão das tarifas aduaneiras, o enfraquecimento da confiança do consumidor e os custos elevados com ingredientes e embalagens. Já a Copart subiu 3% ao reportar receitas de 1,15 biliões de dólares no quarto trimestre (acima dos 1,14 biliões previstos) e ao anunciar a compra da plataforma digital ACV por cerca de 1,9 biliões de dólares.

Vê outras notícias!

Vê outras notícias!