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PPI sobe para 3,0% em termos anuais, acima das expectativas, reforçando a probabilidade de a Reserva Federal manter as taxas de juro elevadas por mais tempo.

A inflação nos preços à produção nos Estados Unidos voltou a acelerar em novembro, reforçando os sinais de pressão inflacionista a montante da economia.

O Índice de Preços no Produtor (PPI) subiu 3,0% em termos homólogos, acima dos 2,7% esperados pelo mercado. O núcleo do PPI, que exclui energia e alimentos, registou igualmente uma subida anual de 3,0%, também superior às estimativas de 2,7%, sendo este o valor mais elevado desde julho.

O que significa este dado?

O PPI mede a inflação ao nível dos produtores e é frequentemente visto como um indicador avançado da inflação ao consumidor. Quando os custos das empresas sobem, existe maior probabilidade de esses aumentos serem repercutidos nos preços finais pagos pelos consumidores nos meses seguintes.

Impacto na política monetária da Fed

Com a inflação no produtor a acelerar novamente, o cenário torna-se menos favorável para cortes rápidos nas taxas de juro.

Estes dados:

  • reduzem a probabilidade de cortes no curto prazo;

  • reforçam a posição de cautela da Reserva Federal;

  • aumentam a probabilidade de a Fed manter as taxas de juro elevadas durante mais tempo.

Em suma, a subida do PPI em novembro sugere que o combate à inflação ainda não está totalmente ganho. Para os mercados, isto traduz-se num ambiente de maior prudência, com expectativas crescentes de que a Fed opte por manter as taxas elevadas por mais tempo, adiando eventuais cortes até que haja sinais mais claros de desaceleração sustentada da inflação.

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