Strive acusa Eli Lilly e Novo Nordisk de práticas anticoncorrenciais no mercado de GLP-1, buscando bloqueio de exclusividade e indenização triplicada.
A Strive entrou com um processo contra a Eli Lilly e a Novo Nordisk, alegando que ambas as empresas monopolizaram ilegalmente o mercado de medicamentos GLP-1. A ação acusa as farmacêuticas de práticas anticoncorrenciais que prejudicam outras empresas e limitam a concorrência.
As alegações incluem:
A imposição de acordos de exclusividade com plataformas de telessaúde
O bloqueio de farmácias de manipulação de GLP-1
A tentativa de rotular medicamentos GLP-1 manipulados como “inseguros” e “ilegais”, apesar de serem permitidos pela regulamentação federal
A Strive solicita uma sentença declaratória, uma liminar permanente, indenização triplicada, custas processuais, honorários advocatícios, e qualquer outra medida necessária para restabelecer a competitividade no mercado de GLP-1.
O processo destaca o crescente escrutínio sobre o mercado de medicamentos para perda de peso e diabetes, onde as restrições de distribuição e alegações de segurança podem impactar fortemente a concorrência e a disponibilidade de tratamentos alternativos.

